Vivemos em um mundo de informação abundante. Hoje, produz-se mais dados num único dia, do que se produziu ao longo de décadas no século passado. E nesse mundo em que vivemos, as fronteiras entre os opostos se tornam cada vez mais tênues, imprecisas, inexistentes. Vivíamos a era do “ou” e agora vivenciamos o tempo do “e”.

As coisas se tornaram digitais “e” analógicas ao mesmo tempo. O humano “e” o tecnológico são agora uma coisa só. O profissional “e” o amador se confundem. Acabou a distância entre o local “e” o global. Já não se sabe onde começa o real “e” onde termina o imaginário. Nessa era de Big Data, o que se impõe é o caos. Uma profusão de dados disponíveis, à espera de alguém que os capture, os organize e os interprete.

Ironicamente, o enigma da esfinge egípcia se repete em tempos de inteligência artificial: decifra-me ou te devoro. Organizar os dados e torná-los úteis e acessíveis para tomadas de decisão é o desafio a que nos impusemos, ao criar nossa primeira empresa, quando a internet ainda dava seus primeiros passos.

Hoje, somos um grupo de empresas e negócios que, de uma forma ou de outra, comungam daquele mesmo ideal. Na Maxpress, trabalhamos para milhares de empresas e instituições em toda a América Latina, organizando audiências dispersas para facilitar e tornar mais efetiva sua comunicação com seus stakeholders.

Na Boxnet, atuamos em regime 24/7, integrando diversas bases de dados, coletando e organizando informações publicadas em todos os meios de comunicação, de forma estratégica aos negócios de algumas mais importantes empresas e instituições do país. E na Todo Ouvidos, monitoramos todas as redes sociais, organizando opiniões, registrando expressões, identificando hábitos e atitudes, para gerar conhecimento relevante e em tempo real, a marcas, personalidades e movimentos, que já não podem esperar pelo dia seguinte para se manifestar. Somos verdadeiros “curadores” de Big Data, trabalhando em favor da sustentabilidade e do crescimento dos negócios e interesses de nossos clientes.